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Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2011

127 HOURS

Fui ver este filme ao Fantas e foi fenomenal...mostra-nos a vontade e determinação do ser humano, mostra-nos que o egoísmo traz algumas consequências desagradáveis, deixa-nos a pensar se, realmente, todos os passos que demos na nossa vida foi para levar-nos àquele sítio e àquela circunstância...
A mim incomoda-me esse pensamento, pensar que terei a minha vida delineada e planeada, e todas as decisões que tomei, todos os caminhos que escolhi estavam pré determinados...
Destino, Fado...Incomoda-me pensar que posso apenas ser uma marionete, um joguete, e que ao fim ao cabo tudo estava decidido...
Acredito sim que as nossas acções têm consequências, e que um contínuo de acções poderão levar-nos a uma circunstância, benéfica ou trágica...

Fallen Angel

Photographer: О. Шелегеда
Hoje cai em mim...
Tomei consciência da minha condição de pecadora,
Caindo em tentação pela luxúria, pela gula, pela ira...
Sinto frio...
Sinto a minha alma gélida...
Hoje,
Percebi que sou mortal...

Reduzi-nos à servidão, contanto que nos alimenteis

“Não há nada mais sedutor aos olhos dos homens do que a liberdade de consciência, mas também não há nada mais terrível. Em lugar de pacificar a consciência humana de uma vez por todas mediante sólidos princípios, Tu lhe ofereceste o que há de mais estranho, de mais enigmático, de mais indeterminado, tudo o que ultrapassava as forças humanas: a liberdade. Agiste, pois, como se não amasses os homens... Em vez de Te apoderares da liberdade humana, Tu a multiplicaste, e assim fazendo, envenenaste com tormentos a vida do homem, para toda a eternidade...” "Nenhuma ciência lhes dará pão, enquanto permanecerem livres, mas acabarão por depositá-la a nossos pés, essa liberdade, dizendo: ‘Reduzi-nos à servidão, contanto que nos alimenteis’" - Dostoievski, in "Os Irmãos Karamazovi" -

Os homens veneram a palavra liberdade, e a sensação de poderem voar livremente sem barreiras, mas têm medo do precipicio e da insegurança...Preferem servir e a subserviência, desde que isso impliq…

PATOS SELVAGENS

PATOS SELVAGENS

“ Era uma vez um bando de patos selvagens que voava nas alturas. Lá em cima era o vento, o frio, os horizontes sem fim, as madrugadas e os poentes coloridos. Tudo tão bonito! Mas era uma beleza que doía. O cansaço do bater das asas, o não ter casa fixa, o estar sempre voando e as espingardas dos caçadores... Foi então que um dos patos selvagens, olhando lá das alturas para a terra aqui em baixo, viu um bando de patos domésticos. Eram muitos. Estavam tranquilamente deitados à sombra de uma árvore. Não precisavam voar. Não havia caçadores. Não precisavam buscar o que comer: o seu dono lhes dava milho diariamente. E o pato selvagem, invejou os patos domésticos e resolveu juntar-se a eles. Disse adeus aos seus companheiros, baixou seu voo e passou a viver a vida mansa que pediu a Deus. Assim viveu por muitos anos. Até que... Até que, num ano como os outros, chegou de novo o tempo da migração dos patos selvagens. Eles passavam nas alturas, no fundo azul do céu, grasnando, …

Phanton

Photographer: Оксана Арт

Like a phanton, I walk in this earth...
Wandering in search...
Search of, of what??
Don't remember,
Phantons don't have memory...

Dark...

Photographer: Dmitry Ageev

My dark soul waits for the darknest hour...