As imagens coloridas sucedem-se em catadupa,
Ofuscam o meu cérebro com as suas cores brilhantes e anestesiantes,
Os meus neurónios ficam inertes perante toda esta profusão,
Recusando-se a questionar e criticar.
Mas tenho receio de fechar as pálpebras,
Tenho medo que as cores se tornem monocromáticas...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Why is the wall so high?
Mother, do you think they'll drop the bomb?
Mother, do you think they'll like this song?
Mother, do you think they'll try to break my balls?
Mother, should I build the wall?
Mother, should I run for President?
Mother, should I trust the government?
Mother, will they put me in the firing line?
Is it just a waste of time?
Hush now baby, baby, don't you cry
Momma's gonna make all of your nightmares come true
Momma's gonna put all of her fears into you
Momma's gonna keep you right here under her wing
She won't let you fly, but she might let you sing
Momma's will keep Baby cozy and warm
Oooo Babe
Oooo Babe
Ooo Babe, of course Momma's gonna help build the wall
Mother, do you think she's good enough
For me?
Mother, do you think she's dangerous
To me?
Mother will she tear your little boy apart?
Mother, will she break my heart?
Hush now baby, baby, don't you cry
Momma's gonna check out all your girlfriends for you
Momma won't let anyone dirty get through
Momma's gonna wait up until you get in
Momma will always find out where you've been
Momma's gonna keep Baby healthy and clean
Oooo Babe
Oooo Babe
Ooo Babe, you'll always be Baby to me
Mother, did it need to be so high?
- Mother, Pink Floyd -
Mother, do you think they'll like this song?
Mother, do you think they'll try to break my balls?
Mother, should I build the wall?
Mother, should I run for President?
Mother, should I trust the government?
Mother, will they put me in the firing line?
Is it just a waste of time?
Hush now baby, baby, don't you cry
Momma's gonna make all of your nightmares come true
Momma's gonna put all of her fears into you
Momma's gonna keep you right here under her wing
She won't let you fly, but she might let you sing
Momma's will keep Baby cozy and warm
Oooo Babe
Oooo Babe
Ooo Babe, of course Momma's gonna help build the wall
Mother, do you think she's good enough
For me?
Mother, do you think she's dangerous
To me?
Mother will she tear your little boy apart?
Mother, will she break my heart?
Hush now baby, baby, don't you cry
Momma's gonna check out all your girlfriends for you
Momma won't let anyone dirty get through
Momma's gonna wait up until you get in
Momma will always find out where you've been
Momma's gonna keep Baby healthy and clean
Oooo Babe
Oooo Babe
Ooo Babe, you'll always be Baby to me
Mother, did it need to be so high?
- Mother, Pink Floyd -
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Quero Voar

Quero voar
-mas saem da lama
garras de chão
que me prendem os tornozelos.
Quero morrer
-mas descem das nuvens
braços de angústia
que me seguram pelos cabelos.
E assim suspenso
no clamor da tempestade
como um saco de problemas
-tapo os olhos com as lágrimas
para não ver as algemas...
(Mas qualquer balouçar ao vento me parece Liberdade.)
- José Gomes Ferreira -
Sinto...
Hoje sinto saudade…
Saudade que provoca dor física e aperta o coração…
Hoje sinto angústia e tristeza…
Saudade que provoca dor física e aperta o coração…
Hoje sinto angústia e tristeza…
sábado, 18 de setembro de 2010
Think Different
Pensar diferente,
Pensar fora do quadrado,
Inconformar-se,
Questionar...
Who dare's?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Máscaras
No Teatro D.Maria II está em exibição a peça "Um eléctrico chamado Desejo" , obra de Tennessee Williams, peça que eu estou com uma enorme expectativa em ir ver...Adoro este autor, pela sua linguagem ambígua e velada, e pelas personagens que constrói. Personagens complexas, com muitos fantasmas...
Claro que elas não nos são apresentadas desta maneira. São-nos apresentadas de uma forma um pouco altiva, prepotente, como se o mundo fosse deles, e ao longo da peça essa máscara vai caindo...É-nos apresentada a sua humanidade, as suas fraquezas, e essa máscara vai-se decompondo e destruindo.
O que me leva às máscaras que algumas pessoas constroem...não deixa de ser interessante estarmos num evento, um jantar, por exemplo, e observar aquelas pessoas que estão ao nosso redor. É interessante ver que, afinal algumas formas de estar,um pouco incompreensíveis para mim, não são mais do que isso: máscaras...
Máscaras que escondem a vulnerabilidade, máscaras que escondem a tristeza, máscaras que escondem a solidão...
E é interessante vê-las cair. E sinto pena, pela necessidade que se cola à pele de as utilizarem...
Claro que elas não nos são apresentadas desta maneira. São-nos apresentadas de uma forma um pouco altiva, prepotente, como se o mundo fosse deles, e ao longo da peça essa máscara vai caindo...É-nos apresentada a sua humanidade, as suas fraquezas, e essa máscara vai-se decompondo e destruindo.
O que me leva às máscaras que algumas pessoas constroem...não deixa de ser interessante estarmos num evento, um jantar, por exemplo, e observar aquelas pessoas que estão ao nosso redor. É interessante ver que, afinal algumas formas de estar,um pouco incompreensíveis para mim, não são mais do que isso: máscaras...
Máscaras que escondem a vulnerabilidade, máscaras que escondem a tristeza, máscaras que escondem a solidão...
E é interessante vê-las cair. E sinto pena, pela necessidade que se cola à pele de as utilizarem...
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Diário do quotidiano
Levanto-me às 6h00,
Um pequeno-almoço pouco nutritivo e à pressa…
Corro para apanhar o barco,
Acompanham-me as conversas fúteis
E os suores dos sovacos alheios,
Procuro alhear-me refugiando-me no meu mp3.
O barco atraca,
Acompanho a manada…
Chego ao trabalho,
A realidade não é muito diferente…
A manada pica o ponto,
É controlada e contada,
Verifica-se se ninguém se tresmalhou…
Dirigem-se à cocheira respectiva,
Ruminam e regurgitam papéis e futilidades…
Historietas sobre a sua família, os sobrinhos, o marido…
Como se me interessasse minimamente as suas patéticas vidinhas…
A hora do trabalho acabou finalmente,
Enfrento mais uma vez o sacrifico dos suores estranhos,
Chego a casa,
Preparo o jantar congelado,
Vegeto no sofá em frente à TV…
Tentativa de homicídio ao pensamento crítico,
Tentativa de condicionamento de ideias diferentes
Através da injecção de ocas imagens…
Deito-me…
Amanhã é outro dia…
Dia igual a este…
Um pequeno-almoço pouco nutritivo e à pressa…
Corro para apanhar o barco,
Acompanham-me as conversas fúteis
E os suores dos sovacos alheios,
Procuro alhear-me refugiando-me no meu mp3.
O barco atraca,
Acompanho a manada…
Chego ao trabalho,
A realidade não é muito diferente…
A manada pica o ponto,
É controlada e contada,
Verifica-se se ninguém se tresmalhou…
Dirigem-se à cocheira respectiva,
Ruminam e regurgitam papéis e futilidades…
Historietas sobre a sua família, os sobrinhos, o marido…
Como se me interessasse minimamente as suas patéticas vidinhas…
A hora do trabalho acabou finalmente,
Enfrento mais uma vez o sacrifico dos suores estranhos,
Chego a casa,
Preparo o jantar congelado,
Vegeto no sofá em frente à TV…
Tentativa de homicídio ao pensamento crítico,
Tentativa de condicionamento de ideias diferentes
Através da injecção de ocas imagens…
Deito-me…
Amanhã é outro dia…
Dia igual a este…
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