Avançar para o conteúdo principal

Time

Agora que o tempo está limitado, os minutos ganham uma importância desmesurada...
Espero pelo fim de semana para descansar. É sempre muito curto, para 2ª feira retomar de novo.
Isto de me ter metido num Mestrado começa a doer, e estou apenas no inicio.

Comentários

  1. nao tarda nada estaras em velocidade cruzeiro e estarás mestre.


    uma nota quanto à música para dizer que não é dos greenday mas de outros que agora não me lembro do nome.

    ResponderEliminar
  2. são os semisonic, mais uma banda dos 90 que desapareceu!

    ResponderEliminar
  3. Anda muita gente a tirar "Mestrado". Aplaudo quem não pára e vai arranjando tempo para aprender mais, e mais e mais.
    Eu já não tenho tempo para isso...ele é pouco (o tempo)para viver.

    Tudo de bom.

    ResponderEliminar
  4. Mestrado é a dignidade de funções.
    É também o subir um degrau na escada da vida.
    Felizmente tirei o mestrado e doutoramento em "vida", a avara e a outra.
    Um abraço.

    ResponderEliminar
  5. A música, é antiga sim senhora, mas bem cool. Já nem me lembrava e dos Semisonic com certeza. Quanto ao mestrado, parabéns. Quando se pára de estudar e ao recomeçar de novo, 1º que a habituação pegue, demora algum tempo até que as baterias cheguem ao sitio. Já passei por isso como sabes. e recomeço para o ano de novo. Vrum Vruuuuuuuuuuuummmmmmmm, bora pa frente é que é o caminho. Martins a Presidente.!!!

    ResponderEliminar
  6. Guida, mestre iras ser ... "mestredilhar" esses teus caminhos, e deixar "mestrados" no chão que pisas, "mestreficar" qualquer mortal, porra Guida! mestre serás!

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

8

Conceito de fim...



Ontem abri aleatoriamente as páginas de um livro, tinha um leve cheiro do teu perfume. Estremeci, a tua memória preencheu-me.

Por momentos esqueci as minhas noites solitárias, tantas noite em que chorei até pensar que já não teria nada dentro de mim, em que todo o sentimento, toda a dor, toda a perda, foram derramadas sobre a almofada, essa almofada a que me agarro nessas noites que parecem não terminar, essa almofada que acalma os pesadelos que teimosamente insistem em visitar-me. Sinto-me oca, vazia, de tanto chorar...A gata, que ocupou o teu lugar na cama, acorda muitas vezes comigo a gritar o teu nome, acorda comigo empapada em suor. Coitada da bichana, mia baixinho junto do meu ouvido, numa tentativa de me reconfortar, o que até resulta, mas os pesadelos da tua ausência são uma visita constante.

Às vezes penso se estes pesadelos não serão a minha consciência a gritar de culpa. Cheguei a desejar a tua morte, sabias? Houve uma altura em que me fartei de correr para…

7

Era uma porta enferrujada. E ela entrou.

O autocarro partiu e a porta atrás dela se fechou.
Carregada de sacos onde cabiam os sonhos que o mundo apagou,
Só pensava em fugir de uma vida sacrificada, na rotina de vida em que tombou.
Saiu de casa com os seus sacos mal o dia madrugou,
Regressa a casa com os seus sacos já a noite se fechou,
Sempre com os seus sacos, mais um dia que acabou.
Carrega uma vida nas pernas que o mundo desengonçou,
As mãos grosseiras, a pele acabada, de tanta casa que limpou.
Quando chega a casa ainda vai cuidar da filha que gerou,
A sopa num ápice tragou,
Enquanto a filha o peito mamou,
Mas de tão cansada nem a própria casa arrumou.
Chega o marido, traste, bêbado, canalha, bate-lhe e ela nem notou,
Mais um dia que se passou.
Deitou-se dorida e sonhou,
Sonhou com uma porta enferrujada que sobre ela se fechou
Ali, com uma pedra com o seu nome ela se deparou
E ela finalmente descansou...