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Love for All



"Think again", é o que este vídeo nos diz...

Hoje a nossa sociedade, conservadora, hipócrita e de moral de telhados de vidro, levou uma bofetada de luva branca...
Espero que a mentalidade tuga, depois disto fique um pouco mais aberta. Afinal, não custa sonhar...

Comentários

  1. Anónimo01:40

    Só desejo que venhamos a ter pelo menos um Campillo de Ranas!

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  2. Anónimo01:58

    Não esquecer o possivel veto do PR.

    Mesmo assim Viva Sócrates!

    ResponderEliminar
  3. Caminhamos lentamente para uma democracia plena.
    Espero que o cavaquinho não toque desafinado.
    Melhor 2010 do que o 2009.

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  4. ...assim se usufrui em pleno da cidadania.

    ResponderEliminar
  5. Nada contra, apenas ... adoptar ? sem comentários.

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8

Conceito de fim...



Ontem abri aleatoriamente as páginas de um livro, tinha um leve cheiro do teu perfume. Estremeci, a tua memória preencheu-me.

Por momentos esqueci as minhas noites solitárias, tantas noite em que chorei até pensar que já não teria nada dentro de mim, em que todo o sentimento, toda a dor, toda a perda, foram derramadas sobre a almofada, essa almofada a que me agarro nessas noites que parecem não terminar, essa almofada que acalma os pesadelos que teimosamente insistem em visitar-me. Sinto-me oca, vazia, de tanto chorar...A gata, que ocupou o teu lugar na cama, acorda muitas vezes comigo a gritar o teu nome, acorda comigo empapada em suor. Coitada da bichana, mia baixinho junto do meu ouvido, numa tentativa de me reconfortar, o que até resulta, mas os pesadelos da tua ausência são uma visita constante.

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7

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Só pensava em fugir de uma vida sacrificada, na rotina de vida em que tombou.
Saiu de casa com os seus sacos mal o dia madrugou,
Regressa a casa com os seus sacos já a noite se fechou,
Sempre com os seus sacos, mais um dia que acabou.
Carrega uma vida nas pernas que o mundo desengonçou,
As mãos grosseiras, a pele acabada, de tanta casa que limpou.
Quando chega a casa ainda vai cuidar da filha que gerou,
A sopa num ápice tragou,
Enquanto a filha o peito mamou,
Mas de tão cansada nem a própria casa arrumou.
Chega o marido, traste, bêbado, canalha, bate-lhe e ela nem notou,
Mais um dia que se passou.
Deitou-se dorida e sonhou,
Sonhou com uma porta enferrujada que sobre ela se fechou
Ali, com uma pedra com o seu nome ela se deparou
E ela finalmente descansou...