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8 de Março - Dia da Mulher

Vale a pena ver...Palavras para quê?




Comentários

  1. è verdade. A violencia doméstica é algo para esquecer, ou para lembrar quando lutamos contra ela.

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  2. "Páre, escute e olhe". É caso para perguntar: Até quando a violência vai continuar?

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  3. Problema terrível que, infelizmente, se mantem actual. Muito há a fazer, ainda.
    Bom domingo. **

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  4. Uf.. nem sei q dzr... mm... pena q as pessoas continuem a "ignorar"

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  5. Como é possível! Duas pessoas que estão casadas não é suposto amarem-se!? Sem dúvida dois sketches tocantes e que nos lembram das injustiças que se passam por este mundo fora! Stop home violence against women, now!)

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  6. Depois de ver os vídeos do teu post... de me ter arrepiado de raiva... não consigo comentar!!! Só espero que as coisas continuem a mudar para melhor!!!!

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  7. Saudações!
    Estou sem tempo de cometar em virtude do trabalho. Espero poder fazê-lo neste final de semana. Desculpe a ausência.
    Abraços

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  8. Olhos aflitos, olhos medrosos...quantas vezes os vi. Jurei a mim mesma que nunca o permitiria, nem em mim nem nos meus, ou que conhecesse. Alguns problemas tenho arranjado mas É ASSIM, NÃO e NÃO!!! A minha alegria é ver que tu com essa idade, pensas BEM...algo vai mudar com vocês!

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Conceito de fim...



Ontem abri aleatoriamente as páginas de um livro, tinha um leve cheiro do teu perfume. Estremeci, a tua memória preencheu-me.

Por momentos esqueci as minhas noites solitárias, tantas noite em que chorei até pensar que já não teria nada dentro de mim, em que todo o sentimento, toda a dor, toda a perda, foram derramadas sobre a almofada, essa almofada a que me agarro nessas noites que parecem não terminar, essa almofada que acalma os pesadelos que teimosamente insistem em visitar-me. Sinto-me oca, vazia, de tanto chorar...A gata, que ocupou o teu lugar na cama, acorda muitas vezes comigo a gritar o teu nome, acorda comigo empapada em suor. Coitada da bichana, mia baixinho junto do meu ouvido, numa tentativa de me reconfortar, o que até resulta, mas os pesadelos da tua ausência são uma visita constante.

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Regressa a casa com os seus sacos já a noite se fechou,
Sempre com os seus sacos, mais um dia que acabou.
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Quando chega a casa ainda vai cuidar da filha que gerou,
A sopa num ápice tragou,
Enquanto a filha o peito mamou,
Mas de tão cansada nem a própria casa arrumou.
Chega o marido, traste, bêbado, canalha, bate-lhe e ela nem notou,
Mais um dia que se passou.
Deitou-se dorida e sonhou,
Sonhou com uma porta enferrujada que sobre ela se fechou
Ali, com uma pedra com o seu nome ela se deparou
E ela finalmente descansou...