Avançar para o conteúdo principal

Funky Town


O carro seguia a uma velocidade vertiginosa pelas ruas da cidade, as luzes sucedendo-se num caleidoscópio de cores, as colunas a debitarem o som disco de "Funky Town".
Tinha saído para caçar, pronta para comer uma carne tenrinha...o seu corpo gritava por sexo; queria cometer mil e uma loucuras.
Loucuras não, que na cama tudo é permitido.
Imaginava-se rodeada de homens e mulheres, prontos para lhe dar prazer, satisfeitos pelo privilégio de a poderem foder, numa orgia de corpos suados.
Já se sentia molhada, só de pensar nas imagens que lhe estavam a passar na retina.
Será que a cidade estava pronta para a receber?


PS: vou de férias aproximadamente 1 semana. Até ao meu regresso, 1 abraço.

Comentários

  1. Boas férias e muito funky ;))))
    Eu também vou entrar nelas por estes dias.

    Até já!

    ResponderEliminar
  2. Salve

    Boas férias. E apenas para constar, sua abordagem no meu último post me deixou pensando que a situação política parece estar a mesma em todos os lugares do mundo... Triste.

    Abraços, divirta-se.

    ResponderEliminar
  3. Fogo!!!!!!!!! Toda a gente vai de férias???? Entao e eu??? :(

    Boas férias Mac **

    ResponderEliminar
  4. boas férias então.

    ResponderEliminar
  5. pedro alex23:57

    Ois Mac:)

    Como te entendo, nem sonhas as saudades que tenho dum belo picanço. Agora condicionado à lei, não há funky que me acelere o suficiente.
    Chiça, 6 meses sem carta e novo exame de condução era dose.
    Boas Férias....

    ResponderEliminar
  6. Do teu texto só me ocorre um comentário: "HHHUUUUUUUUUUUUUU... uuuuuuuuuu.....HHHHHIIIIIIIIII...iiii... YYYEEEAAAHHHHHH...."

    Boas férias!!!! :D

    ResponderEliminar
  7. Eu sinceramente não me consigo concentrar nas tuas ferias, sei lá...sera culpa do FunkY?:)

    Vá...já regressei à normalidade...boas ferias!

    ResponderEliminar
  8. Ainda de férias?????

    Poxa, todos os diabos têm sorte!!! :P

    bjs

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

8

Conceito de fim...



Ontem abri aleatoriamente as páginas de um livro, tinha um leve cheiro do teu perfume. Estremeci, a tua memória preencheu-me.

Por momentos esqueci as minhas noites solitárias, tantas noite em que chorei até pensar que já não teria nada dentro de mim, em que todo o sentimento, toda a dor, toda a perda, foram derramadas sobre a almofada, essa almofada a que me agarro nessas noites que parecem não terminar, essa almofada que acalma os pesadelos que teimosamente insistem em visitar-me. Sinto-me oca, vazia, de tanto chorar...A gata, que ocupou o teu lugar na cama, acorda muitas vezes comigo a gritar o teu nome, acorda comigo empapada em suor. Coitada da bichana, mia baixinho junto do meu ouvido, numa tentativa de me reconfortar, o que até resulta, mas os pesadelos da tua ausência são uma visita constante.

Às vezes penso se estes pesadelos não serão a minha consciência a gritar de culpa. Cheguei a desejar a tua morte, sabias? Houve uma altura em que me fartei de correr para…

7

Era uma porta enferrujada. E ela entrou.

O autocarro partiu e a porta atrás dela se fechou.
Carregada de sacos onde cabiam os sonhos que o mundo apagou,
Só pensava em fugir de uma vida sacrificada, na rotina de vida em que tombou.
Saiu de casa com os seus sacos mal o dia madrugou,
Regressa a casa com os seus sacos já a noite se fechou,
Sempre com os seus sacos, mais um dia que acabou.
Carrega uma vida nas pernas que o mundo desengonçou,
As mãos grosseiras, a pele acabada, de tanta casa que limpou.
Quando chega a casa ainda vai cuidar da filha que gerou,
A sopa num ápice tragou,
Enquanto a filha o peito mamou,
Mas de tão cansada nem a própria casa arrumou.
Chega o marido, traste, bêbado, canalha, bate-lhe e ela nem notou,
Mais um dia que se passou.
Deitou-se dorida e sonhou,
Sonhou com uma porta enferrujada que sobre ela se fechou
Ali, com uma pedra com o seu nome ela se deparou
E ela finalmente descansou...