quinta-feira, 26 de abril de 2007

Sapatos

Esta coisa de comprar sapatos é uma chatice do caraças...
Uma pessoa entra na sapataria, e é uma verdadeira aventura. Parece a demanda do Santo Graal. Ou porque os sapatos são bicudos; ou porque são abertos e como as noites ainda são frescotas, lá se apanha frio nas patas; ou porque são todos tapados e depois tem-se calor nos pés; ou porque apertam; ou porque os pés ficam a nadar; ou porque deixam entrar água...Uf!!
Pergunto-me como fez a Ciderela, com os seus sapatos de cristal. Para já, não deviam ser nada maleáveis, e ainda por cima teve de dançar em cima daquela coisa...E resta saber se o principe valia a pena todo o trabalho que a fada madrinha teve.
Pois é Cindy, mais valia teres ido de sapatilhas...


9 comentários:

  1. as sapatilhas seriam sem duvida mais confortáveis, mas para o caso (e só para o caso) perdia-se todo o encanto!!!

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  2. Este texto provocou-me um sorriso aberto...quando a oferta é enorme, a escolha entra em poderosas duvidas. Bom fim-de-semana ;)

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  3. Olha que tens razão! Acho que os sapatos, hoje em dia, são muito bonitos de ver, mas terrivelmente desconfortáveis de usar! **

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  4. De acordo. Todos os anos comprava umas "sabrinas"...fazia parte do meu glamour! E assim, flutuava pela vida. Bjinho

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  5. Claro que a fada madrinha nem olhava ao trabalho pois o Príncipe valia a pena, Mac, pois era mesmo um Príncipe de verdade, daqueles que nascem filhos de Rei, de Arqui-Duque, de outro Príncipe ou até de Imperador, um Príncipe com pregaminhos e não daqueles que foram nomeados por dá cá aquela palha nos país à beira-mar ou não saqueados... Ai desculpa-me, queria dizer plantado, país à beira-mar plantado.
    Mas já reparaste que ainda assim poderíamos abrir uma lojinha de singularidades e já não teríamos necessidade de lotear o território para o vender aos espenhóis e aos reformados do norte que querem gozar a velhice nas calmarias do sul europeu?
    Vendíamos títulos, não do tesouro que esse os camones só compravam para jogar o monopólio lá na terra deles, mas de Doutor nos mais variados ramos, de mestre em especialidades incógnitas e de Doutor mesmo em teorias do absurdo. Vendíamos figurinhas, não de cera que isso já passou à história, mas reais, como provas provadas do impossível; um Albertinho para sacar ao vizinho, uma Fatinha no Iraque que logo punha aquela gente de fraque ou um Isaltino como o Santo que faz cumprir o destino, mas também um Pintinho, coitadinho, tão sério que do mundo faria um traumatério, para não falar do Avelino que onde chega se faz o pino e... Bem, abreviando, já viram o quanto ganharíamos se vendêssemos estas figuras emblemáticas deste Pintogal do padecimento Lusitano?
    Pois, pois, o problema é esse, o problema é que em toda a parte eles são bem conhecidos, só aqui é que temos Sousas Tavares que os promovem.
    E se tentássemos vendê-los em Marte?
    É a nossa tristeza Mac, mas nem tudo é tão negro como esta...
    Mac, três coisas boas que queiras destacar em Portugal, é o que se pede "No Largo da Graça". Não queres dizer de tua justiça?
    Boa semana e bom primeiro de Maio

    Luís F. de A. Gomes

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  6. Fangas11:20

    Mas o pior acho que é naquela parte em que só estamos a ver a oferta dos sapatos e vêm ter connosco não sei quantos empregados/as a perguntar se precisamos de algo ou de ajuda e cansa-me dizer sempre: Apenas estou a ver, obrigado.
    Que chatice até percebo o trabalho deles mas por vezes até chateia.
    Boas Férias Mac.
    Bjitos

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  7. Sapatilhas ao poder! :D
    Porque não inventar uma sapatilha com o aspecto de sapato? Acho que as mulheres iriam agradecer.

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  8. Gala00:39

    nao podia concordar mais ctg.
    e eu tenho uma queixa acrescida, é ke calçar o 39 não é fácil lol

    beijinhos

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