Avançar para o conteúdo principal

Manias


Com esta mania das magrezas,
qualquer dia até o bonequinho da Michelin tem de fazer dieta...

Comentários

  1. LOOOOOL, muito bem visto! hehehe

    ResponderEliminar
  2. Isso seria contraproducente... Tipo, a Michelin assim ficava sem pneus! LOl

    Fica bem ;)

    ResponderEliminar
  3. não era mau pensado lol

    Bjs

    ResponderEliminar
  4. E pensava eu que essa mania estava em vias de extinção, excepto para aqueles que o são por necessidade financeira, quer seja pela sua actividade ou pela falta dela.

    Eu não voltei só dei uma espreitadela, porque seria imperdoável não postar nada quando o meu Sporting ganhou a taça. É assim como uma espécie de homenagem aos putos e à aposta na formação que deveria estar presente em todos os clubes.

    Com saudades me vou.

    Grande abraço.

    ResponderEliminar
  5. Gala01:07

    estamos em Maio, lá para Setembro o ppl começa a acalmar e eu finalmente fico com o banho turco só pra mim lol

    beijo

    ResponderEliminar
  6. Os homens têm sorte: "feios, porcos e maus" estão garantidos em todo o lado. E então se estiverem no governo de sua majestade, o filósofo...Obg pela passagem, vemo-nos amanhã 5ª f. com olhos lavados? Abç

    ResponderEliminar
  7. ësse, magrinho perderia a sua graça. mas eu gordinha nao teria graça nenhuma, rss
    nã... prefiro a minha mania das magrezas.
    beijinhos da leonoreta

    ResponderEliminar
  8. O boneco é fofíssimo rechoncudo... agr de se andar c a mania das magrezas, bem, n sei... n s andou sp?

    ResponderEliminar
  9. Para abater os pneuzinhos... :)) **

    ResponderEliminar
  10. bem, não digas nada porque tenho de reforçar a minha dose de abdominais matinais, não me ponha fino e depois é um trinta pa meter conversa na praia lol lol.
    Hmm... os pneus de neve são mil magrinhos a michelin é versatil, para todos os gostos.
    Mas... definitivamente que gordura não é formusura.

    ResponderEliminar
  11. Ainda não acabou a dieta??? Ou andas a perseguir o bonequinho??

    ResponderEliminar
  12. É trabalhador por conta de outrém e paga impostos em Portugal? Nesse caso está mais que certo que, daqui a uns tempos, ganhará a vida na publicidade à anorexia.

    E Mac, olhe lá ao que diz sobre os mandamentos socráticos. Só espero que não seja Professora na rede pública de ensino, pois pode haver sempre uma Directora que lhe mova um processo... You know.

    Tudo de bom para ti, Mac

    Luís F. de A. Gomes

    ResponderEliminar
  13. Pois..parece que a ditadura das calorias começa a impor-se. Boa semana!

    ResponderEliminar
  14. ...sempre preferi as gordinhas! São mais "fofas"...
    Abraços

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

8

Conceito de fim...



Ontem abri aleatoriamente as páginas de um livro, tinha um leve cheiro do teu perfume. Estremeci, a tua memória preencheu-me.

Por momentos esqueci as minhas noites solitárias, tantas noite em que chorei até pensar que já não teria nada dentro de mim, em que todo o sentimento, toda a dor, toda a perda, foram derramadas sobre a almofada, essa almofada a que me agarro nessas noites que parecem não terminar, essa almofada que acalma os pesadelos que teimosamente insistem em visitar-me. Sinto-me oca, vazia, de tanto chorar...A gata, que ocupou o teu lugar na cama, acorda muitas vezes comigo a gritar o teu nome, acorda comigo empapada em suor. Coitada da bichana, mia baixinho junto do meu ouvido, numa tentativa de me reconfortar, o que até resulta, mas os pesadelos da tua ausência são uma visita constante.

Às vezes penso se estes pesadelos não serão a minha consciência a gritar de culpa. Cheguei a desejar a tua morte, sabias? Houve uma altura em que me fartei de correr para…

7

Era uma porta enferrujada. E ela entrou.

O autocarro partiu e a porta atrás dela se fechou.
Carregada de sacos onde cabiam os sonhos que o mundo apagou,
Só pensava em fugir de uma vida sacrificada, na rotina de vida em que tombou.
Saiu de casa com os seus sacos mal o dia madrugou,
Regressa a casa com os seus sacos já a noite se fechou,
Sempre com os seus sacos, mais um dia que acabou.
Carrega uma vida nas pernas que o mundo desengonçou,
As mãos grosseiras, a pele acabada, de tanta casa que limpou.
Quando chega a casa ainda vai cuidar da filha que gerou,
A sopa num ápice tragou,
Enquanto a filha o peito mamou,
Mas de tão cansada nem a própria casa arrumou.
Chega o marido, traste, bêbado, canalha, bate-lhe e ela nem notou,
Mais um dia que se passou.
Deitou-se dorida e sonhou,
Sonhou com uma porta enferrujada que sobre ela se fechou
Ali, com uma pedra com o seu nome ela se deparou
E ela finalmente descansou...